O WhatsApp afirmou que não tem acesso às conversas privadas de seus usuários e reforçou que todas as mensagens trocadas na plataforma são protegidas por criptografia de ponta a ponta. A declaração foi feita após a abertura de uma ação coletiva nos Estados Unidos que questiona as garantias de privacidade do aplicativo. Em publicação nas redes sociais e em nota à imprensa, a empresa classificou o processo como “frívolo” e baseado em alegações sem fundamento técnico.
A ação, protocolada em um tribunal da Califórnia, acusa a Meta, controladora do WhatsApp, de enganar usuários ao afirmar que as mensagens são totalmente seguras. Os autores alegam, sem apresentar provas técnicas, que conteúdos como textos, imagens e documentos permaneceriam armazenados nos servidores da empresa e poderiam ser acessados por engenheiros mediante solicitações internas. O processo reúne usuários de países como Índia, Austrália, África do Sul, México e Brasil, e pede indenização por danos não especificados.
Em resposta, a Meta reiterou que a criptografia é aplicada diretamente nos dispositivos dos usuários, impedindo que terceiros, inclusive a própria empresa, tenham acesso às chaves de leitura das mensagens.
A companhia afirmou ainda que pretende adotar medidas legais contra os advogados responsáveis pela ação, sustentando que as acusações contradizem o funcionamento do protocolo de segurança utilizado pelo aplicativo.
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