O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou ontem (3), um dia após os EUA anunciarem um ataque a um barco que teria saído da Venezuela, que as operações militares no Mar do Caribe não vão parar.
"Temos forças no ar, na água e em navios, porque essa é uma missão extremamente séria para nós, e não vai parar apenas com esse ataque", disse Hegseth à Fox News, acrescentando que qualquer "narcoterrorista" que trafique drogas naquelas águas "terá o mesmo destino".
Na entrevista à emissora americana, o secretário de Defesa se recusou a dar detalhes de como a operação foi realizada, mas negou as acusações do regime chavista de que os EUA teriam usado inteligência artificial (IA) para criar vídeo do ataque divulgado por Donald Trump.
Na terça-feira (2), o presidente americano disse que militares dos Estados Unidos destruíram um barco que estaria saindo da Venezuela supostamente carregado de drogas, matando 11 pessoas.
"Nos últimos minutos, nós acabamos, literalmente, de destruir um barco carregado de drogas. Havia muitas drogas nesse barco", disse Trump a repórteres no Salão Oval. Mais tarde, em publicação na sua rede social, ele deu mais detalhes, dizendo que a embarcação pertencia à facção venezuelana Tren de Aragua.
O presidente também publicou imagens que seriam do ataque. O vídeo começa com uma canoa em movimento, com pessoas a bordo. Segundos depois, o barco é atingido com o que parece ser um míssil, gerando uma explosão. Em seguida, a lancha aparece em chamas no mar.
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