A Igreja Católica deve intensificar e acelerar a destituição de religiosos acusados de abusos sexuais contra menores, conforme aponta o primeiro relatório anual divulgado ontem (29) pela Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores.
O documento, elaborado por um painel especializado instituído pelo Papa Francisco, destaca a “necessidade de racionalizar e acelerar o procedimento de destituição” nos casos em que houver justificativa.
O relatório, porém, não detalha em que momento o processo de destituição deve ser iniciado, deixando em aberto se a medida deve ocorrer já em caso de suspeitas ou somente após a conclusão de processos judiciais, sejam eles canônicos ou civis. A falta de clareza preocupa observadores, que veem a necessidade de regras mais objetivas para garantir a proteção dos menores.
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