Algumas universidades privadas brasileiras passaram a oferecer processos seletivos em diferentes períodos do ano, permitindo que candidatos ingressem sem precisar esperar o calendário tradicional de vestibulares. O modelo, mais comum no ensino a distância, também pode ser adotado em cursos presenciais e híbridos.
A proposta busca dar mais flexibilidade a estudantes que conciliam a graduação com trabalho, projetos pessoais ou outras atividades. Entre as instituições que adotam formatos mais flexíveis estão grupos como Ânima e Cogna, enquanto universidades como Insper e PUC-SP mantêm processos seletivos em datas definidas.
A modalidade exige estrutura tecnológica, planejamento pedagógico e acompanhamento acadêmico para garantir a continuidade dos estudos. As instituições também precisam cumprir regras como os 200 dias letivos e a frequência mínima de 75%. Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), a entrada em diferentes momentos pode ajudar a reduzir a ociosidade de vagas, mas exige organização para evitar atrasos e evasão dos estudantes.
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