O primeiro sinal são as unhas esbranquiçadas ou muito pálidas, elas podem apontar anemia por falta de ferro(às vezes com formato em “colher”, mais côncavo), micoses, psoríase e até quadros sistêmicos (como insuficiência cardíaca ou infecção). Já as mechas brancas difusas (leuconíquia) costumam ser inofensivas e ligadas a microtraumas. Unhas amareladas: Podem vir do envelhecimento natural, de fungos (onicomicoses) ou de condições como psoríase e doença renal. Em fumantes, a nicotina costuma pigmentar sobretudo polegar e indicador.
Pontinhos/furinhos na superfície: Esses pequenos crateres são típicos de psoríase e dermatite atópica. Quando muito regulares, levantam suspeita de alopecia areata (condição autoimune ligada à queda de cabelo). Casos raros podem se associar a ISTs, como sífilis.
Outro sinal, são as unhas azuladas, é raro, mas pode acontecer com o uso de medicações (como alguns antimaláricos e remédios para acne). O médico avalia risco/benefício e, se preciso, ajusta o tratamento. Micoses que “vão e voltam”, Infecções por fungos são teimosas, especialmente nos pés. Tratamentos costumam durar 3 a 4 meses nas mãos e até 6 meses nos pés. Interromper cedo é convite para a recidiva. Dica prática: seque bem entre os dedos, troque meias diariamente e evite calçados quentes e apertados.
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