Uganda anunciou oficialmente o fim do surto de ebola que atingiu a capital Kampala em janeiro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dos 14 casos notificados, 12 foram confirmados por testes laboratoriais. O país contabilizou quatro mortes e monitorou 534 pessoas que tiveram contato com pacientes infectados; dez delas se recuperaram totalmente da doença.
O encerramento do surto foi possível após o último paciente receber alta no dia 15 de março e passar 42 dias sem o registro de novos casos, como determinam os protocolos internacionais. Este foi o segundo surto enfrentado por Uganda em menos de três anos, e a experiência anterior contribuiu para uma resposta rápida e coordenada, avaliada de forma positiva pela OMS.
A cepa responsável, o vírus do Sudão, é considerada grave e frequentemente fatal, com taxas de mortalidade históricas de até 40%. Mesmo diante desse desafio, Uganda conseguiu controlar a situação com eficiência, reafirmando seu preparo para lidar com emergências sanitárias.
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