A indústria de viagens e turismo na América Central e do Sul deve crescer 4,1% em 2026, superando a média global projetada de 3,2%. Segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), o setor deverá movimentar US$ 396,4 bilhões na região, impulsionado pela forte demanda interna, pelo aumento dos gastos de estrangeiros e por uma menor exposição a conflitos geopolíticos globais.
Embora o turismo doméstico continue sendo o principal motor do setor, respondendo por mais de 75% do consumo regional, os gastos de visitantes internacionais devem saltar 7,8% neste ano. Além do forte impacto financeiro, estima-se que a atividade turística sustente cerca de 18,5 milhões de empregos nos países latino-americanos em 2026, com potencial de criar mais 4,1 milhões de vagas na próxima década.
Entre as nações com maior projeção de expansão econômica no turismo estão o Equador, a Bolívia e o Panamá, enquanto o Brasil prevê um avanço mais moderado de 2,1%. O levantamento, realizado em parceria com a Oxford Economics, aponta ainda que os próprios países da região, junto com os Estados Unidos, figuram como os principais emissores e receptores desses fluxos de viajantes.
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