Donald Trump confirmou ontem que os EUA voltarão a fornecer armas para a Ucrânia, incluindo mísseis e o sistema de defesa antiaérea Patriot.
Trump também deu mais um ultimato, de 50 dias, para que Rússia e Ucrânia cheguem a uma trégua, caso contrário os EUA adotarão tarifas adicionais de 100% sobre produtos russos.
O presidente americano ameaçou com a mesma tarifa parceiros comerciais de Moscou, o que, em tese, incluiria o BrasiL.
Não é a primeira vez que Trump ameaça a Rússia ou anuncia avanços em acordos de cessar-fogo. Nas ocasiões anteriores, as palavras não se transformaram em ação.
A chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, classificou as declarações de Trump como positivas, mas disse que o prazo de 50 dias "é muito longo".
A China criticou as ameaças de tarifas a parceiros da Rússia, chamando-as de "coerção".
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que as declarações do presidente dos EUA são muito sérias.
"Certamente precisamos de tempo para analisar o que foi dito em Washington. E, se e quando o presidente Putin considerar necessário, ele certamente fará comentários.”
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