A iniciativa atende ao que dispõe a Resolução n. 51/2024, que disciplina a gestão de bens apreendidos no âmbito do Poder Judiciário do Amazonas. Conforme o normativo, cabe aos magistrados responsáveis pelos processos definir a destinação dos objetos, que podem ocorrer por meio de restituição ao proprietário, leilão judicial, perdimento em favor do Estado, doação ou destruição.
De acordo com a diretora da Divisão, Naiara Benchaya Marinho, o trabalho desenvolvido pela unidade busca dar efetividade às decisões judiciais e assegurar que os bens sejam tratados de maneira adequada. “A Divisão atua em harmonia com as unidades judiciais do TJAM, sempre observando o princípio da eficiência. Nosso objetivo é garantir celeridade, transparência e segurança na destinação dos materiais, que podem ser reaproveitados, leiloados ou encaminhados para um descarte ambientalmente correto”, ressaltou.
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