Em 2024, o setor industrial brasileiro cresceu 3,1%, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE. Esse desempenho colocou o país na 25ª posição no ranking mundial da indústria, de acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Esse é o melhor resultado desde 2019. A elevação reflete uma retomada que consolida o setor como um dos motores da economia nacional. Apesar disso, os próximos anos exigirão adaptações diante das transformações tecnológicas e das novas exigências de mercado
Nos próximos anos, a digitalização deve ser um dos principais motores da indústria. Tecnologias como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial e impressão 3D já estão sendo aplicadas em diversos segmentos. Essas soluções permitem ganhos operacionais, maior controle de processos e redução de custos. Segundo Vinicius Callegari, cofundador da GaussFleet, a digitalização é uma demanda imediata. “A digitalização da indústria deixou de ser uma tendência futura para se tornar uma de ser uma tendência futura para se tornar uma necessidade urgente”, afirma.
De acordo com ele, o uso de plataformas de gestão e de tecnologias integradas já demonstra resultados na produtividade e no desempenho das empresas. Além disso, quem adotar essas soluções agora poderá enfrentar melhor os desafios competitivos e líderar a próxima fase do setor. Para viabilizar a digitalização em larga escala, o setor depende de uma infraestrutura de conectividade eficiente. Nesse cenário, a fibra óptica se destaca como um recurso que viabiliza integração e velocidade nos processos produtivos. Flávio Guimarã, presidente da Corning na América Latina e Caribe, reforça esse ponto.
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