Torres com câmeras de segurança se multiplicam em condomínios de São Paulo e do Rio de Janeiro. Mas especialistas em segurança pública apontam falta de transparência e questionam eficácia desses equipamentos no combate ao crime.
Parte dos sistemas é integrada a programas públicos de monitoramento, como Smart Sampa, em São Paulo. Os moradores costumam ter acesso às imagens por aplicativo em uma das empresas, o histórico fica disponível por até 14 dias. Alguns modelos têm ainda um botão de pânico que aciona a central responsável por contatar a polícia ou o Corpo de Bombeiros em caso de emergência.
O custo do serviço varia conforme o número de torres contratadas. Uma empresa cobra cerca de R$ 1,5 mil por unidade ao mês, enquanto outra afirma que o valor mensal fica entre R$ 389 e R$ 749, dependendo do modelo e dos recursos oferecidos.
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