O Conselho Municipal de Cultura de Manaus (Concultura) é um órgão que atua na área cultural de uma cidade, com funções deliberativas, fiscalizadoras, consultivas e normativas. Seu objetivo é propor, acatar demandas, fiscalizar e validar a participação da sociedade civil organizada, além de dar visibilidade as necessidades dos coletivos dos segmentos envolvidos.
A administração municipal é representada por membros da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (MANAUSCULT), e pelas secretarias de Assistência Social e Cidadania (SEMASC), de Educação (SEMED), de finanças (SEMEF), de Administração (SEMAD), de Meio Ambiente (SEMMAS), de Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (SEMTEPI) e de Comunicação (SEMCOM).
Oito conselheiros são advindos de segmentos da sociedade civil, organizada nas seguintes categorias artísticas e culturais: Artes Visuais, Audiovisual, Cultura Étnica, Cultura Popular, Dança, Literatura, Música, Teatro e Circo.
Com vasta experiência na área cultural e política, o presidente do Concultura, Tony Medeiros possui uma trajetória consolidada como gestor e parlamentar. Ele foi presidente da Fundação Villa Lobos, secretário de Cultura do Amazonas e ocupou cargos estratégicos na Prefeitura de Manaus e na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Seu histórico inclui liderança em frentes parlamentares como a “Pró-Cultura”, além de ser conhecido por sua atuação no fortalecimento do turismo, cultura e desenvolvimento econômico do interior do estado.
Para entender melhor o trabalho do Concultura e a importância das suas ações para a cultura de Manaus, o ON Jornal conversou com exclusividade, com Medeiros. Ele falou sobre projetos, incentivos e o futuro do setor cultural na cidade.
ON Jornal - Quais são suas principais metas à frente do Concultura para fortalecer a cultura em Manaus?
Tony Medeiros- O principal objetivo é fomento, é ajudar aqueles que necessitam. Vou dar um exemplo, hoje nós estamos assinando os documentos necessários de 150 projetos que já foram contemplados, e mais de 8 milhões através da PNAB, para quem não sabe, PNAB é aquela lei Aldir Blanc, uma lei que os editais são feitos através do Concultura, através da Prefeitura de Manaus.
ON Jornal - Há previsão de novos editais ou políticas de incentivo para artistas locais nos próximos meses?
Tony Medeiros- Estamos fazendo de tudo para que se torne o menos burocrático possível, porque muitas vezes, quando você quer acabar com o artista, é só dizer para ele assim: “faça um projeto e vá!”.
Então, para isso, nós temos aqui, por exemplo, espaços com quatro computadores. Se você não tem computador em casa, você pode vir no Concultura, que esses espaços são abertos para você fazer o seu projeto.
Agora, se você tiver dificuldade de fazer, aqui tem gente que é especializada nos projetos, e aí há uma negociação entre você e aquela pessoa que faz seu projeto.
Por exemplo, agora, inclusive, estamos fazendo um cadastro. Nós estamos abrindo, hoje, o Cadastro Municipal da Cultura. Para todos os artistas e todos os segmentos.
ON Jornal - Sobre a prestação de contas, como funciona em relação a esses digitais e projetos?
Tony Mendeiros – Tem gente que tem pavor de prestação de contas, pavor de tribunal de contas, pavor de tribunal de contas da União, aqui é TCU também, mas isso, aqui, vamos lhe orientar da melhor forma possível.
Se você seguir as nossas orientações, você não vai ter problema na sua prestação de contas e, dessa forma, prestando contas direitinho, você pode concorrer a outros editais e aí desenvolver outros projetos que você, caso queira desenvolver.
ON Jornal - Quais são os critérios para participar dos editais, exemplo curtas, ações na comunidade, cursos produções audiovisuais?
Tony Medeiros- Você constrói o seu portfólio, a sua experiência profissional e, dessa forma, às vezes uma ideia muito simples pode se transformar num belo projeto. Nós tivemos ainda há pouco, por exemplo, o Cinema na Aldeia, de uma indígena chamada Taís Cocama.
Nós tivemos também o Cine Ribeirinho, e itinerante ainda, de comunidade, muito, muito, muito interessante.
Além disso, eu estive participando do lançamento do livro do Seu Raimundo, que era um presidente da comunidade do Tupé, onde o sonho dele era publicar o livro e, através dos editais, ele publicou, realizando o seu sonho como escritor.
Então, eu diria que a Lei Aldir Blanc, o PNAB, como muitos chamam, através do Concultura da Prefeitura de Manaus, é uma oportunidade de você mostrar aquilo que você precisava de recursos e não conseguia desenvolver, mas, através desse benefício, você consegue, sim, realizar o seu sonho, mostrar o seu trabalho.
ON Jornal - Sendo o Concultura uma instituição municipal, existe a possiblidade de outros municípios ´participarem desses projetos?
Tony Medeiros- Da Prefeitura de Manaus, só do município de Manaus, a capital e comunidades rurais. Agora, do Estado, sim, que tem a mesma lei, você pode concorrer todos os municípios no Estado do Amazonas, mas, nesse caso específico aqui, é o município de Manaus, é o Concultura Manaus.
ON Jornal - Quais são as perspectivas para o futuro de editais? Há novas políticas de incentivo para os artistas locais nos próximos meses?
Tony Medeiros- Nós tivemos até aqui 8 milhões. Agora nós começamos a assinar toda a documentação necessária e até o mês de maio, nós vamos editar, o que deve girar em torno de 13 milhões. Então, dessa forma, já estou falando de 20 milhões em um ano, não é?
Então, eu vejo como um avanço, uma grande oportunidade de você desenvolver o seu lado artístico que você tanto sonhava.
Se você tiver alguma dúvida, venha aqui, converse com a gente, tenha as informações reais sobre o trabalho. O nosso endereço é fácil, venha até o Mirante Lúcia Almeida, e você vai encontrar uma pracinha em frente ao Mirante. Na praça tem um prédio amarelo, esse prédio é o Concultura.
O Conselho Municipal de Cultura de Manaus (Concultura) é um órgão que atua na área cultural de uma cidade, com funções deliberativas, fiscalizadoras, consultivas e normativas. Seu objetivo é propor, acatar demandas, fiscalizar e validar a participação da sociedade civil organizada, além de dar visibilidade as necessidades dos coletivos dos segmentos envolvidos.
A administração municipal é representada por membros da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (MANAUSCULT), e pelas secretarias de Assistência Social e Cidadania (SEMASC), de Educação (SEMED), de finanças (SEMEF), de Administração (SEMAD), de Meio Ambiente (SEMMAS), de Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (SEMTEPI) e de Comunicação (SEMCOM).
Oito conselheiros são advindos de segmentos da sociedade civil, organizada nas seguintes categorias artísticas e culturais: Artes Visuais, Audiovisual, Cultura Étnica, Cultura Popular, Dança, Literatura, Música, Teatro e Circo.
Com vasta experiência na área cultural e política, o presidente do Concultura, Tony Medeiros possui uma trajetória consolidada como gestor e parlamentar. Ele foi presidente da Fundação Villa Lobos, secretário de Cultura do Amazonas e ocupou cargos estratégicos na Prefeitura de Manaus e na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Seu histórico inclui liderança em frentes parlamentares como a “Pró-Cultura”, além de ser conhecido por sua atuação no fortalecimento do turismo, cultura e desenvolvimento econômico do interior do estado.
Para entender melhor o trabalho do Concultura e a importância das suas ações para a cultura de Manaus, o ON Jornal conversou com exclusividade, com Medeiros. Ele falou sobre projetos, incentivos e o futuro do setor cultural na cidade.
ON Jornal - Quais são suas principais metas à frente do Concultura para fortalecer a cultura em Manaus?
Tony Medeiros- O principal objetivo é fomento, é ajudar aqueles que necessitam. Vou dar um exemplo, hoje nós estamos assinando os documentos necessários de 150 projetos que já foram contemplados, e mais de 8 milhões através da PNAB, para quem não sabe, PNAB é aquela lei Aldir Blanc, uma lei que os editais são feitos através do Concultura, através da Prefeitura de Manaus.
ON Jornal - Há previsão de novos editais ou políticas de incentivo para artistas locais nos próximos meses?
Tony Medeiros- Estamos fazendo de tudo para que se torne o menos burocrático possível, porque muitas vezes, quando você quer acabar com o artista, é só dizer para ele assim: “faça um projeto e vá!”.
Então, para isso, nós temos aqui, por exemplo, espaços com quatro computadores. Se você não tem computador em casa, você pode vir no Concultura, que esses espaços são abertos para você fazer o seu projeto.
Agora, se você tiver dificuldade de fazer, aqui tem gente que é especializada nos projetos, e aí há uma negociação entre você e aquela pessoa que faz seu projeto.
Por exemplo, agora, inclusive, estamos fazendo um cadastro. Nós estamos abrindo, hoje, o Cadastro Municipal da Cultura. Para todos os artistas e todos os segmentos.
ON Jornal - Sobre a prestação de contas, como funciona em relação a esses digitais e projetos?
Tony Mendeiros – Tem gente que tem pavor de prestação de contas, pavor de tribunal de contas, pavor de tribunal de contas da União, aqui é TCU também, mas isso, aqui, vamos lhe orientar da melhor forma possível.
Se você seguir as nossas orientações, você não vai ter problema na sua prestação de contas e, dessa forma, prestando contas direitinho, você pode concorrer a outros editais e aí desenvolver outros projetos que você, caso queira desenvolver.
ON Jornal - Quais são os critérios para participar dos editais, exemplo curtas, ações na comunidade, cursos produções audiovisuais?
Tony Medeiros- Você constrói o seu portfólio, a sua experiência profissional e, dessa forma, às vezes uma ideia muito simples pode se transformar num belo projeto. Nós tivemos ainda há pouco, por exemplo, o Cinema na Aldeia, de uma indígena chamada Taís Cocama.
Nós tivemos também o Cine Ribeirinho, e itinerante ainda, de comunidade, muito, muito, muito interessante.
Além disso, eu estive participando do lançamento do livro do Seu Raimundo, que era um presidente da comunidade do Tupé, onde o sonho dele era publicar o livro e, através dos editais, ele publicou, realizando o seu sonho como escritor.
Então, eu diria que a Lei Aldir Blanc, o PNAB, como muitos chamam, através do Concultura da Prefeitura de Manaus, é uma oportunidade de você mostrar aquilo que você precisava de recursos e não conseguia desenvolver, mas, através desse benefício, você consegue, sim, realizar o seu sonho, mostrar o seu trabalho.
ON Jornal - Sendo o Concultura uma instituição municipal, existe a possiblidade de outros municípios ´participarem desses projetos?
Tony Medeiros- Da Prefeitura de Manaus, só do município de Manaus, a capital e comunidades rurais. Agora, do Estado, sim, que tem a mesma lei, você pode concorrer todos os municípios no Estado do Amazonas, mas, nesse caso específico aqui, é o município de Manaus, é o Concultura Manaus.
ON Jornal - Quais são as perspectivas para o futuro de editais? Há novas políticas de incentivo para os artistas locais nos próximos meses?
Tony Medeiros- Nós tivemos até aqui 8 milhões. Agora nós começamos a assinar toda a documentação necessária e até o mês de maio, nós vamos editar, o que deve girar em torno de 13 milhões. Então, dessa forma, já estou falando de 20 milhões em um ano, não é?
Então, eu vejo como um avanço, uma grande oportunidade de você desenvolver o seu lado artístico que você tanto sonhava.
Se você tiver alguma dúvida, venha aqui, converse com a gente, tenha as informações reais sobre o trabalho. O nosso endereço é fácil, venha até o Mirante Lúcia Almeida, e você vai encontrar uma pracinha em frente ao Mirante. Na praça tem um prédio amarelo, esse prédio é o Concultura.
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