O Tesouro Nacional publicou novas diretrizes para o quarto leilão do Eco Invest Brasil, programa que visa atrair capital privado para projetos sustentáveis. Com foco na Amazônia Legal, as mudanças incluem critérios mais rigorosos de preservação ambiental e a inclusão de “infraestrutura habilitante” (como logística e energia) entre os investimentos permitidos. Para atender a pedidos das instituições financeiras, o prazo para envio de propostas foi prorrogado para o dia 30 de abril de 2026.
Uma das principais novidades é a exigência de uma contrapartida educacional aprovada pelo Conselho Monetário Nacional. Os bancos selecionados deverão investir 1% do valor recebido, com recursos próprios, em ações de capacitação profissional, pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico. O objetivo é fortalecer a estrutura técnica do setor para que mais iniciativas de bioeconomia e turismo ecológico consigam acessar financiamentos no futuro.
Lançada originalmente na COP30, a iniciativa utiliza recursos públicos para reduzir riscos e incentivar bancos a investirem em uma economia verde que gere renda sem degradar o meio ambiente. Com o novo edital, o governo espera garantir que os investimentos sejam destinados a projetos com maior impacto socioambiental positivo, beneficiando diretamente as populações locais e a conservação da floresta.
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