A diferença (spread) entre o retorno dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e das taxas de títulos de longo prazo do Tesouro (NTN-B) encolheram até meio ponto após as restrições impostas aos produtos isentos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), aponta estudo da TM3/CTM, gestora de venture capital.
O levantamento toma como base mais de 230 CRAs e CRIs precificados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) e acompanha a evolução da taxa indicativa de cada um dos papéis.
O estudo observa uma queda aproximada de 35 bps (pontos-base) e 30 bps nos spreads dos CRAs e CRIs indexados pelo IPCA, respectivamente, logo após a aprovação da resolução do CMN – que mudou as regras sobre lastros elegíveis para as emissões dos títulos e prazos de vencimento dos produtos.
Os indicativos seguem apontando, acrescenta o trabalho, quedas ao longo dos meses seguintes. Até o final de março, os spreads dos CRAs e CRIs já encolheram cerca de respectivos 53 bps (pouco mais de meio ponto porcentual) e 46 bps.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.