Em meio a bombas atômicas, superarmas, canhões de mais de 100 metros de comprimento e obuseiros, da 2º Guerre Mundial, a União Soviética, sentindo-se ameaçada pelo poder inventivo da Alemanha nazista e dos Estados Unidos, decidiu colocar asas em tanques de guerra.
A Força Aérea Soviética ordenou que Oleg Antonov projetasse um planador para tanques de pouso em 1942. Ele adicionou grandes asas de biplano de tecido e madeira, bem como uma cauda dupla no tanque modelo T-60, chamado-a de Antonov A-40, também conhecida como "tanque alado", que tinha a pretensão de ser a promessa da guerra com uma grande vantagem sobre seus inimigos.
Contudo, o erro do projeto, desde o começo, quando Christie ainda trabalhava em suas ideias, era de que o tanque precisava ser içado do solo por uma aeronave, e não havia nenhuma tão potente assim na época. Os soviéticos tentaram de tudo, inclusive retirar armas, munições, combustíveis e até os faróis da máquina, mas nada foi o suficiente.
No final das contas, eles perceberam que um tanque esvaziado daquele jeito não teria nenhuma utilidade ao planar sobre um campo de batalha sem poder atacar seu alvo. Apenas um voo teste foi realizado, mas logo os militares viram que aquilo não seria o suficiente e abandonaram a ideia.
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