Santos Dumont, o supercomputador que opera fisicamente em Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, vai ficar mais potente até novembro desse ano.
O Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e a Eviden, empresa do Grupo Atos - que trabalha com computação avançada -, assinaram um novo contrato no valor de US$ 19,4 milhões (cerca de R$ 98,2 milhões) para aumentar a potência da máquina. Com isso, o supercomputador passará dos atuais 5,1 Petaflop/s para 17 Petaflop/s de capacidade.
Segundo os pesquisadores, será o supercomputador mais poderoso da América Latina para estudos acadêmicos.
Baseada na arquitetura BullSequana XH3000 da Eviden, essa expansão é necessária periodicamente para acompanhar novas e crescentes demandas tecnológicas. Um equipamento com essas características costuma ficar obsoleto entre 3 a 6 anos de uso. Depois de finalizar a instalação, a nova configuração será disponibilizada para a comunidade acadêmica a partir de janeiro de 2025.
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