O super El Niño deve ganhar força nos próximos meses e elevar o risco de seca em diferentes regiões. Uma análise da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) aponta o Corredor Seco da América Central e áreas do Caribe entre as regiões mais vulneráveis.
O levantamento considera os impactos do fenômeno sobre áreas agrícolas e destaca regiões onde a redução das chuvas pode afetar a produção de alimentos e a criação de animais.
As previsões indicam 70% de probabilidade de intensificação do El Niño, aumentando a preocupação com períodos prolongados de estiagem. Países da América Central estão entre os que podem enfrentar os efeitos mais significativos.
O fenômeno também pode provocar alterações nos padrões de chuva e temperatura em outras partes das Américas. Os impactos, porém, podem variar de acordo com a região e com a intensidade do evento climático.
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