Uma brasileira foi presa em flagrante no distrito de Yongsan, em Seul, na Coreia do Sul, sob acusação de perseguir o cantor Jungkook, integrante do grupo BTS. Segundo a polícia local, a suspeita violou a Lei de Combate ao Stalking ao provocar tumulto em frente à residência do artista no último domingo (4), repetindo comportamentos registrados anteriormente em dezembro. Diante da recorrência, a equipe do músico solicitou uma ordem de restrição enquanto o caso segue sob investigação das autoridades sul-coreanas.
O episódio não é isolado, uma vez que Jungkook tem sido alvo frequente de fãs obsessivas, conhecidas como saesangs. Apenas no último ano, cidadãs da China, Coreia do Sul e Japão foram detidas ou denunciadas por tentativas de invasão ao imóvel e ao estacionamento do cantor. Em diversas ocasiões, o artista manifestou-se publicamente pedindo respeito à sua privacidade e alertando sobre os riscos desse comportamento intrusivo.
A prisão ocorre em um momento estratégico para o BTS, que se prepara para retomar as atividades completas após um hiato de quatro anos. O grupo, formado por sete integrantes, planeja uma turnê mundial para 2026, gerando grande expectativa global. O caso da brasileira reforça o debate sobre a segurança de ídolos do K-pop e os limites legais para conter o assédio de admiradores no país.
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