Saldo do Dia: Na falta de gatilhos para manter o apetite em alta, a turma sextou como se fosse sábado. A pausa para balanço interrompeu uma sequência de quatro altas da bolsa. Duas teses aparentemente conflitantes têm dado as cartas. De um lado, a aposta em menos juros pela frente. De outro, a escalada de preços internacionais.
O mercado sextou como se já fosse sábado. Na falta de gatilhos para manter o apetite ao risco em alta, fez uma pausa para balanço. E após quatro altas, o principal índice da bolsa se recolheu à espera da reunião do Banco Central (BC) da próxima quarta-feira (20).
Com queda de 0,53% nesta sexta (15), a 118.758 pontos, o Ibovespa acumulou ganhos semanais de 2,99%. No mês, são 2,61%. Em 2023, 8,22% até aqui.
A carteira teórica mais famosa do Brasil girou R$ 23 bilhões nesta sexta, 15% acima da média dos últimos 12 meses. Na semana, a média de R$ 17 bilhões, 15% inferior.
Das 86 ações do Ibovespa, 55 caíram nesta sexta. Na semana, 62 altas.
Salvo uma improbabilidade dessas de fazer vaca voar, juros caem mais meio ponto, a 12,75% ao ano. E depois? Até a semana passada, investidores estavam mais cautelosos. A resiliência de preços de matérias-primas tornava remotas as chances de cortes de 0,75 ponto ao longo do ciclo de cortes. Do mesmo modo, parecia esperançosa demais a queda estimada por analistas até 9% em idos de 2024.
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