O governo da Síria confirmou uma fuga em massa no campo de Al-Hol, no nordeste do país, após a identificação de pelo menos 133 brechas em seu perímetro. O incidente ocorreu após confrontos entre forças governamentais e combatentes curdos na região, gerando um novo alerta de segurança sobre o possível fortalecimento de células extremistas.
O campo de Al-Hol abrigava cerca de 23,5 mil pessoas com suspeitas de ligação ao Estado Islâmico, sendo que a grande maioria dos residentes é composta por mulheres, crianças e idosos de diversas nacionalidades. As autoridades sírias afirmam que o esvaziamento da unidade tem sido motivado pela localização remota no deserto e pela dificuldade em manter o controle total da área.
A fuga reacende a preocupação da comunidade internacional, uma vez que o Estado Islâmico tem demonstrado sinais de ressurgimento na Síria, com o dobro de ataques registrados contra forças aliadas em 2024. Enquanto a Síria mantém diálogos para a repatriação de estrangeiros, o grupo extremista continua a expandir sua influência dinâmica, especialmente através de afiliados no continente africano.
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