Os servidores do Tesouro Nacional decidiram por maioria dos votos, nesta terça-feira (17), iniciar um estado de greve por tempo indeterminado.
As principais reinvindicações visam melhorias no reajuste salarial e restruturação da carreira. A paralisação inicia a partir da próxima segunda-feira, dia 23 de maio.
A decisão, conforme afirmou Bráulio Cerqueira, presidente da Unacon Sindical (Sindicato Nacional dos Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle), a paralisação contou com apoio de 71,5% dos participantes da assembleia deliberativa.
“A greve é um último recurso, mas neste momento crítico em que o prazo legal para recomposição salarial em ano eleitoral se esgota e em que persiste a sinalização do governo de reajustes discriminando a carreira de Finanças e Controle, os servidores do Tesouro Nacional aprovaram a intensificação da mobilização”, declarou Bráulio, por meio de nota.
Esta é a terceira categoria que decide entrar em greve. Já estão “de braços cruzados” os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Banco Central, e mais recentemente, os funcionários da Controladoria-Geral da União (CGU) anunciaram que irão se reunir na próxima sexta (20), às 14h, para também deliberar sobre a possibilidade de uma paralisação.
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