O Brasil não demonstrou senso de urgência, não controlou o jogo, e saiu no lucro com o gol de Rayan aos 50 do segundo tempo. O torcedor que acordou cedo se viu no túnel do tempo dois meses atrás, onde a Seleção não conseguiu ser protagonista contra equipes de menor tradição.
As estatísticas até vão apontar um time com 65% de posse de bola e 16 finalizações, contra sete dos australianos. Definitivamente, números que não retratam um jogo de tiroteio franco, pouco controle com posse de bola e “maquiado” pelo abafa na reta final após substituições e uma Austrália retraída para segurar o resultado.
A Seleção tão criticada pela postura diante da Noruega mais uma vez não se impôs e não foi soberana contra um adversário consideravelmente pior do que os nórdicos. O gol de Rayan após escanteio de Raphinha evitou a derrota e nada mais. Muito pouco para um time que precisava dar resposta ao menos comportamental neste início de ciclo.
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