A afirmação é da secretária de Políticas e Programas Estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcia Barbosa, que destaca a relevância da construção do laboratório de máxima contenção biológica – NB4 no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP).
Incluído no Programa de Aceleração do Crescimento, o Orion permitirá que o Brasil se junte aos diversos países que dispõem de condições para lidar com patógenos que podem causar doenças graves, incluindo os que podem vir a surgir.
As pesquisas são desenvolvidas no âmbito do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) – o mais longevo programa de pesquisa do país. Graças ao programa, o Brasil está inserido no grupo de apenas 29 nações que são membros consultivos do Tratado da Antártica. A ciência prerrogativa para o Brasil participar deste seleto grupo que define o futuro do continente antártico.
Desafios
Para 2024, a secretária aponta como desafio os projetos de monitoramento e rastreamento da floresta amazônica. “Já existem dispositivos que a gente consegue colocar nas árvores da floresta que enviam imagens e sons em tempo real.
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