Conforme dados do levantamento feito por Augusto César Barreto Rocha, professor da Ufam (Faculdade de Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas) e coordenador da comissão de logística do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus devem gastar R$ 1,346 bilhão em 2024 para contornar a seca mais severa da história na região.
O valor considera R$ 846 milhões de adiantamento de estoque e mais R$ 500 milhões da chamada taxa da seca, que aumenta o preço da logística de cabotagem que é a mais utilizada no Estado.
Em entrevista a um portal de renome nacional, Rocha, afirmou que a falta de infraestrutura e de investimentos na área para a região encarece a operação das indústrias por não oferecer diferentes alternativas logísticas para a chegada de insumos e o escoamento da produção.
De acordo com o professor, o governo utiliza a proteção ambiental como justificativa para não fazer nada pela região amazônica do ponto de vista da infraestrutura.
*Com informações do site Poder 360 / Entrevista realizada com Augusto César Barreto Rocha (Cieam)
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