A Secretaria de Saúde de São Paulo (SES), iniciou testes PCR em tempo real para detectar uma nova variante do vírus Mpox, desenvolvidos pelo Instituto Adolfo Lutz. Esses testes visam a vigilância sanitária e não substituem os diagnósticos clínicos já disponíveis, que são considerados adequados para tratamento.
A nova variante, chamada Clado Ib, é uma mutação do Clado 1, anteriormente restrita à República Democrática do Congo. Enquanto o Clado 2, responsável pela epidemia de 2022, causava casos menos graves, a nova variante apresenta maior transmissibilidade e letalidade.
O PCR em tempo real é uma técnica específica para detectar material genético do vírus e já está disponível em laboratórios. Os sintomas iniciais da infecção incluem febre, dor no corpo e aumento de gânglios, seguidos por lesões cutâneas. A nova variante pode afetar não apenas a pele, mas também órgãos como pulmões e fígado.
Recentemente, a OMS aprovou a vacina da Favariam Nordic contra a Mpox, a primeira do tipo para conter a doença em países africanos. Ao mesmo tempo, pesquisadores brasileiros da UFMG trabalham no desenvolvimento de uma vacina nacional, focando em aumentar a capacidade de produção para atender a uma possível demanda futura.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.