O governo de Ghezo, no Reino do Daomé, agora conhecido como Benin, teve uma economia baseada no comércio de escravos, bem como vitórias militares. Ghezo foi conhecido por sua crueldade e uso da violência, deixando um legado obscuro na história do país. Um estudo recente publicado na revista Proteomics revelou técnicas de construção perturbadoras no palácio do rei Ghezo em Abomey.
Os resultados foram surpreendentes: a argamassa continha sangue humano e de galinhas. Isso confirma as antigas histórias de Ghezo sobre os rituais sangrentos de consagração de vodu. Ghezo, que reinou de 1818 a 1858, era conhecido por seus excessos de crueldade. As histórias de seu governo contam que o caminho que o levava à sua cabana estava repleto de crânios e mandíbulas de inimigos derrotados, e que os ossos dos líderes inimigos ocupavam o trono.
O fato é que as histórias de violência extrema não eram apenas lendas; os restos materiais e culturais que sobreviveram ao tempo confirmaram essas histórias. A construção de cabanas funerárias foi outro aspecto particularmente macabro de seu reinado.
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