A Rússia libertou ontem (11) Robert Gilman, ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos que estava detido no país desde 2022. O presidente norte-americano Donald Trump afirmou que a libertação ocorreu após conversas com o presidente russo, Vladimir Putin, por razões humanitárias. Gilman foi condenado inicialmente a quatro anos e meio de prisão, mas a pena chegou a 10 anos após novas acusações relacionadas a agressões contra funcionários do sistema penitenciário russo.
Gilman foi preso após se envolver em uma ocorrência em uma estação ferroviária de Voronezh, a cerca de 500 quilômetros de Moscou. A defesa e familiares contestaram as acusações, enquanto parentes relataram uma piora em seu estado de saúde durante o período de detenção. Segundo Trump, não houve troca de prisioneiros ou outras exigências para a libertação.
A decisão representa mais um episódio de negociação entre Washington e Moscou envolvendo cidadãos norte-americanos detidos na Rússia. Trump afirmou que a libertação teve caráter humanitário e que Gilman estava a caminho dos Estados Unidos. O caso ocorre em meio aos esforços do governo norte-americano para obter a libertação de outros cidadãos dos EUA mantidos em território russo.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.