quinta, 23 de abril de 2026
08/01/2026   16:00h - Ciência & Tecnologia

Robotáxis da Waymo ainda dependem de ajuda humana para tarefas básicas

A promessa de um futuro dominado por carros totalmente autônomos ainda esbarra em situações inesperadas. Segundo reportagem do Washington Post, a Waymo, empresa de robotáxis do Google, precisou contratar pessoas apenas para fechar portas de veículos deixadas abertas por passageiros. Como os carros não conseguem circular nessas condições, acabam parados nas ruas, bloqueando o trânsito até que alguém resolva o problema.

 

Esses trabalhadores, acionados por aplicativos de guincho, recebem mais de US$ 20 por porta fechada, mas enfrentam dificuldades como a falta de informações precisas sobre a localização dos veículos, o que pode levar até uma hora de busca. Em casos mais complexos, é necessário rebocar o carro, elevando os custos. A própria Waymo chegou a usar alto-falantes dos veículos para pedir ajuda de pedestres, solicitando que fechem as portas manualmente.

 

Além disso, outros contratempos afetam os robotáxis, como veículos que ficam sem bateria antes de chegar aos carregadores ou que “congelam” em situações atípicas, como quedas de energia.

 

Embora a empresa afirme que esses episódios sejam raros, eles evidenciam que, apesar do alto nível tecnológico, os sistemas autônomos ainda dependem significativamente da intervenção humana para funcionar plenamente no dia a dia.

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