Os preços dos remédios vão subir a partir do dia 1º de abril e devem ficar 4,5% mais caros. A projeção é do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), com base nas regras de reajuste anual.
O reajuste pode atingir 10 mil medicamentos. No entanto, o Sindusfarma explica que, na prática, esse aumento pode levar uma ou duas semanas para chegar aos consumidores.
Os medicamentos têm os preços congelados e sofrem reajuste todos os anos, no começo de abril. O percentual é definido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão da Anvisa, e leva em conta a inflação acumulada, além de outros indicadores do setor.
De 2014 a 2024, a inflação geral (IPCA) somou 77,5% ante uma variação de preços dos medicamentos de 72,7%.
O setor farmacêutico é o único segmento de bens de consumo da economia brasileira submetido ao controle de preços. Apenas os medicamentos isentos de prescrição são liberados do controle estatal.
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