Diante das altas temperaturas que persistem em todo o Brasil, algumas cidades têm desenvolvido medidas para amenizar os efeitos do calor. Foi o caso de um refúgio climático, criado em 2024 no centro de Belo Horizonte pela prefeitura local.
O projeto foi inspirado nos assim chamados cooling places (locais para se refrescar): espaços comuns em cidades pelo mundo que funcionam como ilhas de frescor, como parques, jardins, fontes, piscinas ao ar livre e áreas sombreadas, para abrigar a população contra o calor.
Esses refúgios são também conhecidos como estruturas que oferecem proteção contra os efeitos de desastres, como enchentes, ondas de calor, secas ou tempestades. "Eles podem ser físicos, como abrigos temporários, ou ambientais, como áreas naturais que ajudam a mitigar o impacto de eventos climáticos", explica Loyde Vieira, professora de Conforto Ambiental da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
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