Após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), descartar tramitação da PEC dos Combustíveis, o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PSD-AM), endossou críticas direcionadas ao governo de Jair Bolsonaro (PL).
Ramos afirmou que todos deveriam ter aprendido que intervir nos preços dos combustíveis e energia “por interesses demagógicos e eleitorais” tem graves consequências que chegam no curto prazo e “recaem sempre sobre os mais pobres”.
O vice da Câmara, que se filiou recentemente ao PSD após deixar o PL com a chegada de Bolsonaro, afirmou ainda que as tentativas de mexer no preço dos combustíveis, com renúncia fiscal de R$ 100 bilhões, são aventuras.
“O mais absurdo é perceber que essas aventuras parecem pouco diante do desejo de uma mudança constitucional que simplesmente avacalhara a Lei de Responsabilidade Fiscal e permitirá a volta das renúncias fiscais sem garantias de recomposição do orçamento. É sempre bom lembrar que onde passa um boi passa uma boiada”, afirmou o deputado.
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