Recentemente, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou um novo recorde para o raio com maior comprimento já registrado. Segundo a organização, o evento ocorreu em 29 de abril de 2020 nos EUA. O raio em questão rasgou os céus por 768 km passando pelos estados do Texas, Luisiana e Mississippi.
O Brasil era detentor anterior do título de maior raio já registrado, se estendendo por 709 km, em 2018. Aproveitando a oportunidade, a OMM também divulgou qual foi o raio de maior duração: evento durou por 17,1 segundos, ligando o norte da Argentina ao Uruguai, em 2020.
Após a divulgação desses novos recordes pela OMM surgiu a dúvida se eventos tão extremos teriam alguma relação direta com as mudanças climáticas. No entanto, ainda não é possível saber com clareza se existe alguma relação.
Além disso, algumas regiões são mais propícias a fenômenos de maior intensidade, como os megaraios. O Brasil, por exemplo, é o país com a maior incidência de relâmpagos do mundo. O Estado de Minas Gerais, por motivos ainda não explicados pela ciência, apresenta a maior quantidade de raios do País.
Para a OMM, fazer o monitoramento desses megaraios é fundamental, até mesmo por questões de segurança, visto que muitas mortes são causadas por essas descargas elétricas todos os anos.
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