quarta, 21 de outubro de 2026
12/10/2026   15:20h - Mundo

Rainha da Tailândia surpreende o mundo ao pilotar caça sozinha

A rainha Suthida, da Tailândia, chamou a atenção internacional ao realizar um voo solo em um caça militar Gripen, aeronave de alta tecnologia utilizada pela Força Aérea Tailandesa e também pela Força Aérea Brasileira. A atividade marcou uma etapa importante de sua formação aeronáutica e destacou sua participação em atividades ligadas à aviação militar. Segundo as informações divulgadas, a monarca iniciou os treinamentos em agosto e passou por uma preparação específica para conseguir pilotar a aeronave sozinha. O Gripen é um caça supersônico desenvolvido pela empresa sueca Saab, projetado para cumprir diferentes missões militares, como defesa aérea e interceptação, podendo atingir velocidades próximas de 2.100 km/h, dependendo da versão e das condições de voo.

 

Antes de integrar a família real tailandesa, Suthida teve uma trajetória profissional que incluiu o trabalho como comissária de bordo. Posteriormente, ingressou nas Forças Armadas do país e desenvolveu uma carreira militar, participando de treinamentos e atividades oficiais. Sua experiência na aviação comercial, entretanto, é diferente da preparação exigida para operar um caça supersônico, que envolve conhecimentos avançados de navegação, procedimentos de emergência, controle da aeronave e tomada de decisões em situações de alta velocidade. Por isso, a realização de um voo solo representa uma etapa significativa de qualificação, especialmente considerando a complexidade técnica e operacional desse tipo de equipamento.

 

O voo também ganhou destaque pelo simbolismo da ocasião. O rei Maha Vajiralongkorn acompanhou a atividade e recebeu a rainha com flores, além de uma insígnia associada à habilitação para pilotar esse tipo de aeronave. O episódio reforçou a imagem pública de Suthida como integrante ativa da estrutura militar da monarquia tailandesa e despertou interesse pela utilização do Gripen, um dos modelos modernos de caça empregados por forças aéreas de diferentes países. No Brasil, a aeronave também faz parte do processo de modernização da aviação de combate, com unidades incorporadas à Força Aérea Brasileira. A experiência da rainha tailandesa evidencia como o treinamento aeronáutico militar exige preparação especializada, disciplina e domínio de sistemas complexos, mesmo para pessoas que já possuem familiaridade com o setor da aviação.

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