O que se sabe é que a história mais conhecida da raça começa na cidade de Rottweil, na Alemanha. A cidade era um grande centro para o comércio de carne, e cães locais passaram a ser usados para a proteção das mercadorias (e do dinheiro arrecadado com a venda) e também para o trabalho de puxar os carrinhos abastecidos com carne e leite.
Por essa função, esses cães receberam o apelido de Rottweiler Metzgerhund (Cão de açougueiro de Rottweil) e se tornaram muito populares em toda a região. Porém, esse trabalho acabou sendo dispensado com a chegada de veículos com tração motora, diminuindo consideravelmente o número de vários criadores, dentro e fora da Alemanha, se dedicaram à preservação da raça, que se descobriu um excelente cão de pastoreio, além de outras funções, como cão de guarda e de companhia.
Durante as grandes guerras os Rottweilers também serviram as Forças Armadas alemãs, ganhando novamente uma grande popularidade na Europa, ainda que tenha recebido seu reconhecimento oficial somente em 1966.
Nos Estados Unidos, porém, já desde o início dos anos 1920, a raça recebeu reconhecimento oficial já em 1931, pelo American Kennel Club, onde chegou a ocupar o segundo lugar entre as raças mais populares dos Estados Unidos, em 2021 a raça ocupa a oitava posição no ranking. No Brasil, a raça figura entre as 20 mais populares. cães.
e o tutor criar o pet de forma a explorar mais o instinto protetor, ele não se dará muito bem com pessoas estranhas – a raça também é bastante territorialista. Porém, se bem socializado, não tende a trazer grandes problemas.
A convivência com outros animais de estimação também é muito tranquila, até mesmo com gatos, desde que sejam bem socializados para isso – nada de trazer um bichano para casa e soltar de uma vez junto com um cachorro que não seja acostumado, independentemente da raça.
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