Um dos maiores símbolos do nosso país, o pau-brasil (Paubrasilia echinata) contará com maior proteção a partir de 5 de março de 2026, quando entrarão em vigor as novas regras da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites).
A comercialização dessa madeira nativa e de produtos derivados ficará proibida entre países, conforme estabelecido na 20ª Conferência das Partes da Cites, a COP20, em Samarkand, no Uzbequistão, no início deste mês.
“As preocupações legítimas do Ibama, que vem lutando nos últimos anos para combater a exploração ilegal e o tráfico internacional do pau-brasil, foram contempladas, com o estabelecimento de cota zero para transações comerciais envolvendo a espécie de origem nativa”, declara a diretora de Biodiversidade e Florestas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Lívia Martins, que participou da comitiva brasileira no evento. “Esses foram passos importantes na luta pela preservação dessa espécie endêmica brasileira”, afirma Lívia.
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