O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) entrou com uma ação na Justiça, para obrigar o Estado do Amazonas a restabelecer o plano de saúde dos servidores da educação. Segundo a entidade, o serviço foi suspenso por falta de pagamento do governo, deixando trabalhadores e dependentes sem atendimento médico.
A ação é do tipo civil pública e inclui pedido de decisão urgente. O sindicato afirma que a interrupção do plano afeta diretamente a saúde dos servidores, que ficaram sem acesso a consultas, exames e tratamentos.
De acordo com o processo, a operadora responsável pelo plano notificou o Estado sobre uma dívida superior a R$ 52 milhões. No documento, a empresa informou que poderia suspender os atendimentos em até 24 horas caso os débitos não fossem regularizados.
Na prática, segundo o Sinteam, o serviço já apresenta falhas. Servidores relatam dificuldades para marcar consultas, e o sistema de agendamento aparece como indisponível, orientando a busca por outros canais. Para o sindicato, isso mostra que o atendimento foi interrompido.
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