O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, acusou a Rússia de planejar uma campanha de terrorismo aéreo contra aviões em todo o mundo, incluindo companhias aéreas globais, durante uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. No entanto, Tusk não forneceu detalhes nem evidências sobre os ataques, apenas sugerindo que a ameaça seria global e não restrita à Polônia.
Recentemente, jornais norte-americanos como The Wall Street Journal e The New York Times divulgaram informações de que a inteligência dos EUA alertou a Casa Branca sobre um possível plano russo de contrabandear dispositivos incendiários em aviões de carga com destino aos EUA. O governo dos EUA teria então enviado uma advertência ao Kremlin, embora a Rússia não tenha confirmado ou negado essas alegações.
Além das acusações de terrorismo aéreo, líderes europeus também levantam suspeitas sobre a Rússia em relação a sabotagens de infraestrutura e ataques cibernéticos. A República Tcheca revelou tentativas de ataque às suas ferrovias, e Moscou foi implicada no derrube de um avião do Azerbaijão, o que gerou comparações com o trágico incidente do voo MH17, abatido em 2014.
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