O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou que pretende romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua logo no início de seu mandato, em 7 de agosto. A medida faz parte de uma reformulação da política externa do país, que também prevê a reaproximação com Israel e a redução da estrutura diplomática colombiana no exterior.
Segundo Espriella, o novo governo não manterá relações com países que considera "tiranias". Além do rompimento com Havana e Manágua, ele informou que pretende fechar 15 consulados e 14 embaixadas e reabrir a representação diplomática da Colômbia em Jerusalém, revertendo uma decisão adotada pelo atual governo de Gustavo Petro.
O presidente eleito também justificou o rompimento com a Nicarágua pelo endurecimento do governo de Daniel Ortega, após o anúncio do fim das eleições no país. Para Espriella, as mudanças marcam uma nova orientação da política externa colombiana, com foco no fortalecimento de alianças com governos democráticos e na revisão das atuais relações diplomáticas.
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