O presidente da Nigéria, Bola Tinubu, ordenou ontem (25) que os militares e outras agências de segurança iniciem uma operação imediata para resgatar pessoas sequestradas por homens armados no estado de Níger, na região centro-norte do país. Um grupo armado divulgou um vídeo que, segundo moradores, mostra cerca de 600 mulheres, crianças e idosos levados durante um ataque a uma mesquita. O número, no entanto, ainda não foi confirmado de forma independente.
Segundo autoridades locais, ao menos 30 pessoas morreram durante o ataque. Tinubu condenou a ação e afirmou que os responsáveis serão levados à Justiça, além de determinar que os chefes de segurança apresentem atualizações regulares sobre a operação e contabilizem todas as vítimas sequestradas.
Os sequestros em massa para obtenção de resgate têm se tornado frequentes em regiões do noroeste e centro-norte da Nigéria. Gangues fortemente armadas costumam atacar comunidades, escolas e rodovias, mantendo vítimas em cativeiro por semanas ou meses enquanto exigem pagamentos. Se confirmado, o caso pode estar entre os maiores sequestros em massa registrados no país nos últimos anos.
O presidente da Nigéria, Bola Tinubu, ordenou ontem (25) que os militares e outras agências de segurança iniciem uma operação imediata para resgatar pessoas sequestradas por homens armados no estado de Níger, na região centro-norte do país. Um grupo armado divulgou um vídeo que, segundo moradores, mostra cerca de 600 mulheres, crianças e idosos levados durante um ataque a uma mesquita. O número, no entanto, ainda não foi confirmado de forma independente.
Segundo autoridades locais, ao menos 30 pessoas morreram durante o ataque. Tinubu condenou a ação e afirmou que os responsáveis serão levados à Justiça, além de determinar que os chefes de segurança apresentem atualizações regulares sobre a operação e contabilizem todas as vítimas sequestradas.
Os sequestros em massa para obtenção de resgate têm se tornado frequentes em regiões do noroeste e centro-norte da Nigéria. Gangues fortemente armadas costumam atacar comunidades, escolas e rodovias, mantendo vítimas em cativeiro por semanas ou meses enquanto exigem pagamentos. Se confirmado, o caso pode estar entre os maiores sequestros em massa registrados no país nos últimos anos.
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