O PSB iniciou uma força-tarefa para aumentar a presença feminina na sigla nas eleições de 2024 e vê a pré-candidatura de Tabata Amaral à prefeitura da capital como um chamariz para ajudar no cumprimento da meta de ter 50% de mulheres nas listas de candidatos a vereadores em todo o estado.
A ex-primeira-dama Lúcia França, que concorreu a vice na chapa com Fernando Haddad (PT) derrotada na disputa para o governo paulista, lidera o processo em âmbito estadual. Ela articulou uma resolução interna que prevê no mínimo metade das vagas para mulheres. Por lei, a cota é de 30%.
Lúcia é casada com o ex-governador Márcio França (PSB), hoje ministro de Portos e Aeroportos, e, mesmo sem um cargo formal, abraçou o trabalho para aumentar a diversidade no partido. A professora tem rodado o estado em atividades sobre o tema e prepara um evento para apresentar as medidas.
Para o ato, no próximo dia 16, quando será lançada a plataforma PSB por Elas, foram convidadas representantes de outras legendas, como PT, Rede e PDT. A ideia é que elas se somem à proposta da divisão igualitária por gênero.
A possível presença de Tabata na corrida na capital –ela é a única mulher na disputa até agora– é citada como um trunfo para a sigla. A deputada federal também preside a legenda na cidade.
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