Faltando 74 dias para o início da Copa do Mundo, torcedores brasileiros juntam suas economias e se preparam para embarcar rumo à América do Norte para acompanhar de perto as partidas da seleção brasileira, na expectativa de ver in loco o fim de um jejum de 24 anos.
Os preços elevados dos ingressos para acompanhar as partidas não desanimam os aficionados, esperançosos na conquista do hexa, com ou sem a presença de Neymar.
O empresário Raphael Ravagnani, 39, natural de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, conta que as primeiras lembranças que tem a respeito das Copas do Mundo são do torneio de 1994, nos Estados Unidos, quando se encantou pelo evento acompanhando as partidas pela TV.
Ele esteve presente novamente no Qatar, e agora se prepara para um giro pela América do Norte. Acompanhado da esposa e de um amigo, embarca no dia 10 de junho para Toronto, onde pretende acompanhar a estreia do Canadá, no dia 12, contra o vencedor do duelo entre Itália e Bósnia e Herzegovina pela repescagem europeia.
"Os preços estão extremamente exorbitantes", endossou Ravagnani. "Está terrível. Ingressos que na Copa passada comprei por cerca de R$ 350, agora estão saindo por R$ 2.500." Apesar dos custos elevados, os torcedores dizem que a "magia" e a "energia" que envolvem uma Copa do Mundo, e a chance de presenciar a conquista do hexa histórico do Brasil, compensam o investimento.
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