Criar uma reserva de emergência não exige grandes quantias. O primeiro passo é definir um valor que caiba no orçamento, mesmo que sejam R$ 20, R$ 50 ou R$ 100 por mês, e manter depósitos regulares. O objetivo é formar um recurso para imprevistos, como despesas médicas, consertos ou perda de renda, evitando o uso de empréstimos ou do cheque especial. O Banco Central recomenda o planejamento financeiro como ferramenta para organizar as finanças e alcançar esse objetivo.
Para facilitar, automatize a transferência para uma conta separada logo após receber o salário. Especialistas também orientam priorizar aplicações de baixo risco e com liquidez diária, que permitem o resgate do dinheiro a qualquer momento em caso de necessidade. Entre as opções mais utilizadas estão o Tesouro Selic e CDBs com liquidez diária, indicados para esse tipo de objetivo.
O mais importante é criar o hábito de poupar. Mesmo com pequenos aportes, a disciplina faz a reserva crescer ao longo do tempo, oferecendo mais tranquilidade para enfrentar imprevistos sem comprometer o orçamento familiar.
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