A posse de telefone celular para uso pessoal recuou entre crianças e adolescentes de 10 a 13 anos e aumentou entre idosos na passagem de 2024 para 2025 no Brasil.
É o que aponta um módulo da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgado nesta semana, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Dos oito grupos de idade detalhados na pesquisa, apenas o de 10 a 13 anos mostrou variação negativa na posse do aparelho no último ano.
O percentual de crianças e adolescentes dessa faixa etária que tinham celular baixou de 56,7% em 2024 para 55,2% em 2025, uma queda de 1,5 ponto percentual. Foi a primeira vez que a proporção diminuiu ao longo da série histórica, iniciada em 2016.
O patamar, porém, segue bem acima do pré-pandemia, em 2019. Naquele ano, 46,8% (menos da metade) das crianças e dos adolescentes de 10 a 13 anos tinham telefone móvel.
Entre os idosos de 60 anos ou mais, o percentual de posse do aparelho aumentou de 78,3% em 2024 para 80,3% em 2025.
A alta foi de 2 pontos percentuais no último ano -maior variação dos oito grupos analisados.
Na comparação com 2019, o percentual de idosos com celular teve acréscimo de 13,6 pontos percentuais.
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