O Brasil possui políticas públicas para preservação de espécies dos Albatroz, ave migratória que frequenta os mares. O Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Albatrozes e Petréis (Planacap), coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com o Projeto Albatroz, busca reduzir a morte de albatrozes durante as ações de pesca.
O Planacap conta com 47 ações que envolvem pesquisas científicas, educação ambiental, reforço da legislação e desenvolvimento de políticas públicas. O plano já está no terceiro ciclo, cada ciclo dura cinco anos.
Os albatrozes não se reproduzem no Brasil, geralmente constroem seus ninhos em ilhas oceânicas e na Antártida, mas vivem na costa brasileira. O plano envolve a preservação de 12 espécies de albatrozes, sete delas ameaçadas de extinção.
O Planacap está inserido no Acordo para a Conservação de Albatrozes e Petréis (ACAP), que reúne 13 países com mares territoriais que são utilizados por albatrozes e petréis para a alimentação, migração ou reprodução, principalmente na porção meridional do planeta. Atualmente, são signatários do acordo: Brasil, Argentina, Austrália, África do Sul, Chile, Espanha, Equador, França, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Reino Unido e Uruguai.
Saiba mais sobre o ACAP no site: https://acap.aq/
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