A Polícia Federal deflagrou a Operação Isfet com o objetivo de desmontar uma organização criminosa especializada em extorsão mediante fraude e usurpação de função pública. A ação resultou na prisão do líder do grupo em Timóteo (MG), que também foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, além do cumprimento de mandado de busca e apreensão em Goiânia (GO).
Segundo a PF, as investigações começaram em abril, após denúncias de que os criminosos se apresentavam como policiais federais nas imediações da Superintendência Regional da corporação em Goiás. O grupo enganava indivíduos com antecedentes criminais e elevado poder aquisitivo, oferecendo suposta proteção e imunidade contra investigações que nunca existiram em troca de dinheiro.
O nome da operação, Isfet, remete à mitologia egípcia e simboliza o caos e a falsidade, refletindo o modo de atuação do bando. As investigações continuam para identificar outros integrantes da quadrilha e novas vítimas do esquema.
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