A Polícia Federal deflagrou ontem (25), a segunda fase da Operação SIN TAX, que investiga um servidor público federal suspeito de desviar produtos eletrônicos apreendidos sob custódia pública. O esquema envolvia a liberação indevida de mercadorias de alto valor, como celulares, que eram posteriormente comercializados. A ação cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal do Pará.
As investigações apontam que o grupo utilizava empresas de fachada e pessoas interpostas para lavar o dinheiro obtido com a venda ilegal dos produtos. Há fortes indícios de que servidores públicos recebiam propina para facilitar a saída dessas mercadorias, configurando crimes de corrupção ativa e passiva.
Além das prisões, a Justiça determinou o afastamento do servidor investigado de suas funções públicas para interromper a continuidade das atividades criminosas. Durante a operação, foram apreendidos veículos de luxo, dinheiro em espécie, dispositivos eletrônicos e documentos que reforçam as provas coletadas na primeira fase.
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