Conforme explicado pela docente do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Aline Ambrogi, algumas cepas mutantes e altamente patogênicas já mostraram capacidade de infectar pets, especialmente após contato com aves doentes ou seus excrementos. “Em gatos, por exemplo, já houve casos com sintomas respiratórios e gastrointestinais após ingestão de aves doentes”, revela.
Diante disso, a profissional reforça que, apesar de o risco ser baixo em animais domésticos saudáveis e sem exposição direta, a atenção contínua é essencial. “A vigilância é fundamental para prevenir possíveis transmissões e monitorar a evolução das variantes virais”.
A médica-veterinária destaca algumas recomendações:
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