Os preços do petróleo vêm sofrendo nos últimos dias com a alta volatilidade dos mercados, diante da nova realidade de alta dos juros globais, o que ameaça a demanda pela commodity, por conta da possível desaceleração econômica mundial.
Além disso, nova fonte de pressão aconteceu nessa semana com o aumento das tensões entre a Rússia e os países que apoiam a Ucrânia, em sua guerra com o país vizinho, com possíveis impactos sobre a oferta do produto, o que levou o preço do petróleo a se valorizar nos últimos dias.
Para especialistas apesar de a cotação do petróleo ter se afastado das máximas do início da guerra que já se arrasta há quase 7 meses e levou o preço da commodity a ficar negociado, em boa parte deste tempo, acima dos US$ 100, a tendência, para o curto e médio prazo, segue altista.
Com boa parte do Ocidente cortando a importação do “ouro negro” fabricado na Rússia (a Europa, por exemplo, diminui em 35%), o preço disparou, até a produção russa ser realocada a Índia, por exemplo., passou a comprar seis vezes mais barris do país governado por Vladimir Putin. Para 2023, a oferta de petróleo russo deve voltar a ter melhor escoamento, conforme o mercado se “ajusta às sanções”.
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