Lidar com o lixo eletrônico é um dos maiores desafios ambientais do século XXI. Segundo estudo da Universidade de Washington (UW) (EUA), até 2030, o planeta poderá produzir 60 milhões de toneladas de resíduos tecnológicos por ano.
Essa montanha de componentes, difíceis e caros de reciclar, ainda expõe trabalhadores e o meio ambiente a metais tóxicos, como chumbo e mercúrio.
Diante desse cenário, um grupo de pesquisadores desenvolveu um novo material capaz de tornar eletrônicos recicláveis, flexíveis e reconfiguráveis, apontando uma solução promissora para reduzir o impacto ambiental do setor.
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