O geneticista molecular do Instituto de Ciência de Wizemnann de Israel, Joseph Hanna, cultivou o primeiro embrião sintético de camundongo em laboratório, sem a presença de estruturas como óvulos e útero, do mundo. A tecnologia ainda está longe de poder criar, por exemplo, órgãos humanos, mas abre uma perspectiva importante na área.
De acordo com o estudo, o embrião foi capaz de desenvolver todas as partes de um corpo primitivo e os tecidos necessários para manter uma gravidez. Esse estudo permitirá que os cientistas compreendam como são os primeiros estágios da gravidez humana.
O estágio embrionário é uma etapa crucial na gestação em seres humanos, pois é nesse período que ocorrem muitas interrupções não intencionais na gravidez. Os cientista ainda não sabem o motivo disso acontecer, esse tipo de pesquisa vai ajudar a entender melhor o que pode dar errado e quais medidas tomar.
Há muitas controvérsias sobre o investimento nesse tipo de pesquisa com embriões. Muitos cientistas discordam do enfoque escolhido pela RenewalBio. De acordo com uma declaração concedida ao MIT Technology Review, o cientista de células-tronco do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena, não se trata de uma opção absolutamente necessária, então, ele não vê motivos para dispender esforços.
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